Emmanuel - Flávio Venturini e Milton Nascimento

30 de ago de 2011

Projeto:Viver em Família - A Paz no Lar

A PAZ NO LAR

               A paz no lar só é possível quando há diálogo para que aquelas condições possam ser resolvidas. A exteriorização e integração da sombra individual e coletiva são condições essenciais para que a paz possa se instalar no lar. Essa exteriorização ocorre na medida que as pessoas colocam, através do diálogo franco e maduro, aquilo que as incomoda sem ferir os outros. 
              A integração se dá quando cada um assume seus equívocos e os vê como decorrentes de aspectos negados ou desconhecidos de sua própria personalidade, antes não percebidos. Ela não vem por decreto nem se faz com palavras nem imposições. As tensões geradas pelas relações entre os indivíduos de um grupo deverão ser dissolvidas para que ela seja possível. Não há paz interior sem que a mente esteja em harmonia psíquica.
             A paz deve ser entendida como possível através de cada pessoa, a qual se harmoniza consigo mesma, assim que não mais projete sua sombra nos outros e nem lhes atribua responsabilidades pelos seus insucessos e conflitos.
        A paz no lar surge nas manifestações de alegria, nos momentos de dor, nos quais a solidariedade e a ajuda mútua são exigidas, e naquelas oportunidades nas quais o trabalho conjunto é necessário. 
       O entendimento entre os membros de uma família é uma das mais fortes demonstrações da existência da paz no lar. Da mesma forma, a segurança e o equilíbrio dos responsáveis pela manutenção do lar também são sinais de sua consolidação.
       Mesmo que surjam momentos de instabilidade no lar, naturais na convivência humana, nos quais parece que a paz não existe ou seja impossível, é preciso ter em mente que ela é um processo de médio e longo prazo na vida em família. Momentos de desentendimento são re-acomodações de interesses e se mostram como sinal da necessidade de alívio de tensões acumuladas inconscientemente no convívio.
      Alguém que ameace a paz no lar não deve ser tomado como inimigo ou agente de discórdia. Devemos prestar atenção à possibilidade de se tratar de justa reivindicação de atenção e carinho.
       A paz é uma construção e não surge apenas porque alguém a determinou e nem naturalmente, pois somos espíritos que trazemos íntimos conflitos que explodem em diferentes momentos da vida.   
       Estar em família é também ter consciência de que é ela o campo propício à solução deles. O retorno, pela reencarnação, ao convívio em grupo, promove as condições psicológicas para que surjam as dificuldades do indivíduo consigo e com os outros, como também para que nele se alcance a felicidade. A paz é componente essencial da felicidade. Todos são responsáveis pela instalação da paz. A cada um compete uma responsabilidade em particular. Ninguém pode dela se eximir nem pensar em viver sem sua presença.
       O estado de paz é uma conquista possível a partir do nível humano e não é possível sem ultrapassarmos o predomínio dos instintos.Temos que aprender a educá-los sem reprimi-los.



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