Emmanuel - Flávio Venturini e Milton Nascimento

31 de out de 2011

PRECE: SERVIR A DEUS

PRECE SERVIR A DEUS

      Pai perdoa o medo que alimentamos em nosso ser, perdoa as falhas que cometemos pela nossa imprudência, perdoa pelas atitudes insensatas e pelo orgulho que ainda ostentamos em nosso intimo.
      Senhor guia nossos passos vacilantes, fortifica nossa Fé inconstante, e mitiga nossa aflição desnecessária.
     Fazei com que enxerguemos através do coração, sintamos através do amor e tenhamos a certeza que estas sempre conosco.
     Pai amado faça de nós instrumentos puros da caridade e exemplos do vosso Amor Universal.
     Deus Pai e Poderoso ilumina nossa mente para podermos sempre agir com benevolência e sabedoria em todos os momentos de nossa existência.
     Obrigado senhor por tudo que nos ofertas e pela oportunidade de aprendizado constante.
(Marcos Vinicius)  

A DÁDIVA DO AMOR DIVINO - MENSAGENS E PRECES
Autores: Espíritos Diversos
Psicografia: Alessandro Micussi Simões




27 de out de 2011

Projeto:Viver em Família - A concepção, a gestação e o parto

A CONCEPÇÃO, A GESTAÇÃO E O PARTO

      Quão bom seria se todos os pais e profissionais de saúde, pretensos e atuais, conhecessem as verdades espirituais! Quantas dores seriam poupadas, quanto sofrimento minimizado! O quanto seriam facilitadas e melhoradas as condições e concepção, gestação e partos vindouros! Como o aborto seria evitado, as uniões sexuais mais sadias e baseadas no amor e respeito mútuo, as gestações mais tranqüilas, os partos mais humanos e os primeiros cuidados com o bebê mais sadios.
    Diversas obras da literatura espírita procuram esclarecer sobre forte ligação espiritual entre pais e filhos antes destes reencarnarem, devido às leis do carma ou da afinidade espiritual. Como também, nos tem revelado a importância das ligações afetivas e morais existentes entre futuros pais além do desejo e da aceitação do novo filho, por parte de ambos, como determinantes na construção da futura personalidade e na teia de relações que aí serão geradas.
    Divaldo Franco, no livro Temas da vida e da Morte, esclarece: “O processo de reencarnação, iniciando-se no momento da fecundação, alonga-se até a adolescência do ser, quando, pouco a pouco, atinge a plenitude. Mesmo terminando 7 anos, o processo reencarnatório vai se fixando, lentamente, até o momento da transformação da glândula pineal, na sua condição de zeladora do sexo.
     Graças à simpatia ou animosidade que vinculam o reencarnante aos futuros genitores, estes reagem de forma positiva ou não, envolvendo o filho em ondas de ternura ou revolta que o mesmo assimila, transformando-se essas impressões em fobias ou desejos que exteriorizará na infância e poderá fixar, indelevelmente, na idade adulta.
     Vezes ocorrem em que pavor se torna tão grande que o Espírito desiste da reencarnação ou, em desespero, interrompe inconscientemente o programa traçado, resultando em aborto espontâneo a gestação em andamento.
     Os meses de ligação física com a mãe são, também, de vinculação psíquica, onde a ligação entre a mãe e o feto, favorecem ou não oportunidades de chances positivas para o crescimento espiritual de ambos.
    Os primeiros dias que se seguem ao nascimento exigem atenções não somente físicas, como uma adequada alimentação, repouso e higiene para com a mãe e o filho, mas cuidados emocionais e espirituais, dado ao delicado, apesar de assistido pelo plano espiritual, estádio em que se encontram. Trata-se de um momento de encontro (ou reencontro) e adaptação, onde o sutil perispírito, ainda não adaptado por completo às condições materiais, é sensível as manifestações e expressões externas.
    Esses cuidados devem ser extensivos principalmente até o final da primeira infância, período determinante para a formação, transformação ou correção de tendências que o novo ser passa a adquirir, traz de outras existências ou as possui por imposições genéticas. É portanto, a ocasião para semear.
     Sempre há tempo de ajudar e instruir o espírito que a vida resolveu nos presentear, desde que esses cuidados não se estendam em demasia, por roubar-lhe o próprio sentido da vida.
     Atendendo, porém, a objetivos didáticos, enumeraremos a seguir, algumas sugestões de condutas a serem refletidas por todas as pessoas envolvidas na geração, recepção e cuidados para o novo ser:
   -Busque, na medida do possível, gerar filhos com plena consciência e aceitação, sob condições materiais e psicológicas favoráveis, onde o amor deve ser o impulso essencial e a confiança na vida e em Deus seu princípio básico;
   -Nunca, sob quaisquer condições ou hipóteses, opte pelo aborto ou induza a alguém. As conseqüências desse ato são espiritual, física e psicologicamente inimagináveis para todos os envolvidos;
    -A maternidade é uma dádiva divina e com tal deve ser tratada. Se bem conduzida, trará enormes benefícios para todos.
  -Os primeiros dias de vida do bebê requerem, como a gravidez, cuidados especiais, por se tratar de um período de adaptação física e espiritual de grande sensibilidade. A amamentação deve ser incentivada e a paz estimulada. A prece, a vigília amorosa tornam-se instrumentos necessários a um reencarne tranqüilo.
     A primeira infância oferece excelentes oportunidades de aprendizagem para pais e filhos. É hora de semear. Alguns cuidados devem ser intensamente lembrados, tais como o respeito ao espírito como individualidade, o atendimento de suas necessidades matérias de saúde, educação, lazer e segurança; a precoce educação espiritual, ética e moral; a administração de limites, o cultivo da disciplina e desejo de se autodesenvolver em benefício de todos. O diálogo deverá ser o instrumento, o guia será a razão e o amor motivo maior.
     A proporção em que os filhos crescem, descrescem a preocupação dos pais, portanto, observar e colher os frutos que plantamos e torcer, sinceramente, para que tudo dê certo. Nunca deixe, porém, de ser uma fonte de estímulos, força e exemplo.
    “Ame-os mais que a própria vida e, por amá-lo assim, entregue-o a ela”.

*Guia útil para os pais – Uma abordagem educacional Espírita / Grupo Espírita Paulo e Estevão



24 de out de 2011

Projeto:Viver em Família - O Relacionamento do Casal

           
O RELACIONAMENTO DO CASAL

          Muitos casais convivem durante meses e anos alimentando promessas de felicidade e realizações, povoando a alma de explêndidas esperanças.
    Amam-se e parece-lhes impossível não atingir essa felicidade na vida a dois que lhes espera. Geralmente é esse o estado de espírito que existe durante o tempo de namoro e de noivado.
   Mas, muitas vezes, pouco após o casamento, o entusiasmo diminui e se extingue, as esperanças desabam uma a uma e os sonhos de felicidade se dissipam, jogam-se um contra o outro os mesmos esposos que juraram amor sem fim.

Que aconteceu?

Enganaram-se sobre seu amor?

Representaram algo que não eram?

Será que cederam á promessa de satisfação sexual?

     No lar, muitas são as observações feitas em nome do amor, que não passam em si mesmas, de desconhecimento do que seja essa notável virtude.
     O amor é a virtude que mais se ajusta ao equilíbrio.

        O MODISMO

     Nesses tempos de modismo, costuma-se justificar o término de um matrimônio com a afirmação "o amor acabou". .
     Mas se houve amor este nunca acaba, pois o verdadeiro amor tende a aumentar até o infinito.
      Verificamos que na maioria das vezes, o que ocorre é a mistura de sentimentos, de emoções, com as sensações comuns. 
      E a incompreensão que traz à tona um clima de tensão que joga um contra o outro. Ela torna-se responsável por asfixiar os mais sólidos amores.
      Se instalada entre o casal facilmente encontra tudo o que lhe é necessário para crescer com rapidez e alimentar-se constantemente nas mais simples atitudes.

FAIXAS VIBRATÓRIAS

      A Doutrina Espírita esclarece que vivemos em faixas vibratórias. De acordo com o que pensamos e vivemos captamos vibrações boas ou más.
       Daí a necessidade de conquistarmos um ambiente equilibrado em nosso lar e nossas vidas.
       O matrimônio em linhas gerais é uma experiência de reequilíbrio das almas, um sério compromisso, e como todo compromisso, exige responsabilidades recíprocas.
       Muitas vezes, o casal mal preparado para esse compromisso, dele "esperam tudo", sem estarem preparados para o "dar ao outro", que nada mais é do que "abrir-se o coração corrigindo deficiências, trocando experiências e completando-se mutuamente”.
       É natural que ocorram desacertos. Ao invés, porém, de separação, reajustamento. A questão não é de uma "nova busca" mas de redescobrimento do que já possui. Antes da decisão precipitada, ceder cada um, no que lhe concentre, a beneficio dos dois.
       A interrupção desse compromisso somente adia a data da justa quitação. O amor não pode deixar de ser inteligente.
      Se o amor é espontâneo, não pode deixar de ser inteligente.
Precisamos usar a nossa inteligência em descobrir a psicologia do cônjuge.
       É preciso penetrar um na intimidade do outro, para que ambos possam conhecer-se. É o ato de doar-se, de compreender, de dividir, que trará segurança ao relacionamento e, portanto, a felicidade.
      É preciso aplicar a própria inteligência em:
Observar,
Descobrir e
conhecer o outro

      Muitos casais viram o sofrimento nascer dentro de seu próprio amor porque não perceberam isto.
      Estudos realizados em diversos países mostram que os casais têm interesse muito maior na comunicação e diálogo, do que em viver um amor romântico.
     Isso significa que o companheirismo, a solidariedade, interesses comuns e participação nas atividades do outro, passaram a ser prioritários no casamento.
Vance Packard, jornalista americano, após 4 anos de pesquisa sobre o casamento, observou 7 causas básicas do sucesso matrimonial:
 l. Intensa capacidade de afeto, envolvida por grande consideração pelo outro.
2. Maturidade emocional.
3. Habilidade em comunicar.
4. Disposição constante em se alegrar com o outro e participar de acontecimentos com.
5. Habilidade em lidar com tensões e diferenças, de forma construtiva.
6. Disposição e bom humor em relação ao sexo.
7. Conhecimento e aceitação dos limites do outro.

     Assim sendo, quando existe compreensão das finalidades espirituais da família e quando há o interesse em se educar e vencer as diferenças de uma forma construtiva, o relacionamento familiar torna-se mais harmonioso e feliz.

O Melhor é viver em família – Lar do Caminho

Projeto: Viver em Família - O Relacionamento do Casal


O RELACIONAMENTO DO CASAL

            Muitos casais convivem durante meses e anos alimentando promessas de felicidade e realizações, povoando a alma de explêndidas esperanças.
     Amam-se e parece-lhes impossível não atingir essa felicidade na vida a dois que lhes espera. Geralmente é esse o estado de espírito que existe durante o tempo de namoro e de noivado.
   Mas, muitas vezes, pouco após o casamento, o entusiasmo diminui e se extingue, as esperanças desabam uma a uma e os sonhos de felicidade se dissipam, jogam-se um contra o outro os mesmos esposos que juraram amor sem fim.

Que aconteceu?

Enganaram-se sobre seu amor?

Representaram algo que não eram?

Será que cederam á promessa de satisfação sexual?

      No lar, muitas são as observações feitas em nome do amor, que não passam em si mesmas, de desconhecimento do que seja essa notável virtude.
      O amor é a virtude que mais se ajusta ao equilíbrio.

O Modismo

      Nesses tempos de modismo, costuma-se justificar o término de um matrimônio com a afirmação "o amor acabou". .
      Mas se houve amor este nunca acaba, pois o verdadeiro amor tende a aumentar até o infinito.
      Verificamos que na maioria das vezes, o que ocorre é a mistura de sentimentos, de emoções, com as sensações comuns. 
      E a incompreensão que traz à tona um clima de tensão que joga um contra o outro. Ela torna-se responsável por asfixiar os mais sólidos amores.
      Se instalada entre o casal facilmente encontra tudo o que lhe é necessário para crescer com rapidez e alimentar-se constantemente nas mais simples atitudes.

Faixas Vibratórias


      A Doutrina Espírita esclarece que vivemos em faixas vibratórias. De acordo com o que pensamos e vivemos captamos vibrações boas ou más.
       Daí a necessidade de conquistarmos um ambiente equilibrado em nosso lar e nossas vidas.
       O matrimônio em linhas gerais é uma experiência de reequilíbrio das almas, um sério compromisso, e como todo compromisso, exige responsabilidades recíprocas.
       Muitas vezes, o casal mal preparado para esse compromisso, dele "esperam tudo", sem estarem preparados para o "dar ao outro", que nada mais é do que "abrir-se o coração corrigindo deficiências, trocando experiências e completando-se mutuamente”.
       É natural que ocorram desacertos. Ao invés, porém, de separação, reajustamento. A questão não é de uma "nova busca" mas de redescobrimento do que já possui. Antes da decisão precipitada, ceder cada um, no que lhe concentre, a beneficio dos dois.
      A interrupção desse compromisso somente adia a data da justa quitação. O amor não pode deixar de ser inteligente.
      Se o amor é espontâneo, não pode deixar de ser inteligente.
      Precisamos usar a nossa inteligência em descobrir a psicologia do cônjuge.
      É preciso penetrar um na intimidade do outro, para que ambos possam conhecer-se. 
      É o ato de doar-se, de compreender, de dividir, que trará segurança ao relacionamento e, portanto, a felicidade.
      É preciso aplicar a própria inteligência em:
Observar,
Descobrir e
conhecer o outro

      Muitos casais viram o sofrimento nascer dentro de seu próprio amor porque não perceberam isto.
     Estudos realizados em diversos países mostram que os casais têm interesse muito maior na comunicação e diálogo, do que em viver um amor romântico.
     Isso significa que o companheirismo, a solidariedade, interesses comuns e participação nas atividades do outro, passaram a ser prioritários no casamento.
Vance Packard, jornalista americano, após 4 anos de pesquisa sobre o casamento, observou 7 causas básicas do sucesso matrimonial:
 l. Intensa capacidade de afeto, envolvida por grande consideração pelo outro.
2. Maturidade emocional.
3. Habilidade em comunicar.
4. Disposição constante em se alegrar com o outro e participar de acontecimentos com.
5. Habilidade em lidar com tensões e diferenças, de forma construtiva.
6. Disposição e bom humor em relação ao sexo.
7. Conhecimento e aceitação dos limites do outro.

      Assim sendo, quando existe compreensão das finalidades espirituais da família e quando há o interesse em se educar e vencer as diferenças de uma forma construtiva, o relacionamento familiar torna-se mais harmonioso e feliz.

O Melhor é viver em família – Lar do Caminho

18 de out de 2011

Projeto:Viver em Família - Considerações sobre o Casamento

 

CONSIDERAÇÕES SOBRE O CASAMENTO

O casamento só terá êxito, tornando-se real, quando servir de base para o desenvolvimento de atividades e realizações em que o espírito cresça e realize o seu projeto de felicidade, que estará, na elaboração de uma sociedade mais justa e fraterna.
Podemos dizer que a família é uma construção dos cônjuges que, dependendo de suas escolhas, será realizada sobre bases firmes ou sobre a areia, no exercício de realizações nobres no desempenho da liberdade com responsabilidade ou se perdendo em paixões que se esvaem como o vento.
É no esforço comum entre pais e filhos esclarecidos e, sob a luz do evangelho, que a família pode resgatar o seu passado, conquistando no presente haveres para o futuro, cumprindo assim, com as finalidades do casamento como peça regeneradora da humanidade. Como diria o Irmão  X: “O instituto da família é o cadinho sublime de purificação e o  esquecimento dessa verdade custa alto preço na vida espiritual.”
Analisando mais profundamente a finalidade e causas do casamento, buscamos a contribuição de Martins Peralva, no seu livro Estudando a mediunidade, cap XVIII – pág. 101, quando propõe classificação dos casamentos:
*Acidentais: encontro de almas inferiorizadas, por meio de atração momentânea. São almas que se encontraram, na confluência do caminho e que perante as leis humanas, uniram apenas os corpos. Esses casamentos podem determinar o início de futuros encontros, noutras reencarnações;
*Provacionais: Reencontro de almas, para reajustes necessários à evolução de ambas. São almas em desarmonia, onde seus lares impera a desconfiança, os conflitos morais que, tantas vezes, transforman-se em doloras tragédias;
*Sacrificiais: Reencontro de alma iluminada com a alma inferiorizada, com o objetivo de redimi-la, onde o mais elevado concorda sempre em amparar o desajustado;
*Afins: Reencontro de corações amigos, para consolidação de afetos;
*Transcendentes: Almas engrandecidas pelo bem e que se buscam para realizações imortais.
Entretanto, manter a chama sagrada do amor e do respeito a brilhar permanentemente no altar doméstico não é coisa fácil, por dificilmente se encontrarem unidos pelos mesmos laços duas almas da mesma esfera. Daí nascem as lutas íntimas e morais que, por vezes, ameaçam a estabilidade do lar e freqüentemente o transformam em círculos infernais de convivência.
A vida conjugal, portanto, impõe ao homem e à mulher uma série de obrigações que, apesar de tradicionalmente aceitas, nem sempre são cumpridas, daí as dificuldades surgidas no decorrer das relações.
“Cabe aos cônjuges o governo da casa, a fixação de normas disciplinares, a respeitabilidade, a administração do patrimônio familiar, o apoio e a proteção, além de criar um ambiente acolhedor e uma atmosfera de afetividade em relação a todos. Ainda é preciso lembrar que o amor e o respeito, a paciência e a tolerância, poderão contribuir para a manutenção condigna e fidelidade absoluta de um para com o outro”
Em toda união conjugal as responsabilidades são recíprocas, exigindo de cada nubente uma expressiva contribuição, a benefício do êxito de ambos. O culto dos deveres morais, a construção do lar nele se faz mediante as linhas seguras do enobrecimento dos cônjuges, objetivando o equilíbrio da prole.
“Reflitamos, pois sobre esses ensinamentos ante o projeto de um casamento ou a idéia de separação.”
  
 Guia útil para os pais – Uma abordagem educacional Espírita / Grupo Espírita Paulo e Estevão

17 de out de 2011

Prece anseio da renovação


       PRECE ANSEIO DA RENOVAÇÃO
 
 
       Pai de amor imaculado e infinda benevolência, que nos revolvamos perfeitos através da conduta sincera com vossos ensinamentos.
       Que consigamos acolher aos anseios da alma e purificar nossos sentimentos, que sejamos guiados para a luz do verdadeiro amor e da Fé renovadora.
       Que tenhamos a certeza de vossa presença constante em nossa existência e possamos perpetuar o amor e a união.
       Que saibamos aproveitar a oportunidade desde novo alvorecer e trabalharmos para que nossa jornada seja mais produtiva.
       Que as sementes plantadas hoje no jardim do coração, tornem-se arvores frondosas e abrolhem doces frutos.
       Que nossos atos sejam motivados pela verdadeira humildade e pela caridade sincera e assim sirvamos sempre com dedicação e afeto.
Pai, ensina-nos a ouvir e compreender, a não julgar e acima de tudo, auxilia-nos a perdoar.
(Paulo)

A DÁDIVA DO AMOR DIVINO -  MENSAGENS E PRECES
Autores: Espíritos Diversos
Psicografia: Alessandro Micussi Simões

14 de out de 2011

Superando a dor

Momento Espírita

Superando a dor
 
No dia 28 de julho de 1976, a cidade industrial de Tangshan foi completamente arrasada por um terremoto apavorante. Trezentos mil mortos.
O fato ficou famoso como símbolo do colapso total das comunicações da China naquela época.
A preocupação das autoridades era com a crise pela morte de Mao Tsé-Tung e duas outras importantes personalidades.
A notícia do terremoto acabou chegando ao governo através da imprensa estrangeira.
Muitas mulheres ficaram sem marido e viram seus filhos desaparecer em abismos profundos.
Chen foi uma delas. Naquela manhã de julho, antes de clarear, ela foi despertada por um som estranho.
Era uma espécie de ronco surdo e um assobio, como se um trem estivesse se espatifando contra as paredes da casa.
Quando ia gritar, metade do quarto cedeu e a cama onde estava deitado o marido, foi tragada por um buraco enorme.
O quarto das crianças, que ficava do outro lado da casa, como um cenário de um palco apareceu à sua frente.
O filho mais velho estava de olhos arregalados e boca aberta. A menina chorava e gritava, estendendo os braços para a mãe.
O filhinho pequeno continuava dormindo calmamente.
A cena à sua frente sumiu de repente como se uma cortina tivesse caído.
Chen acreditou que estava tendo um pesadelo e se beliscou. Não acordou. Então, espetou a perna com uma tesoura.
Sentindo a dor e vendo o sangue, entendeu que não era um sonho.
Gritou como louca. Ninguém ouviu. De todos os lados vinham sons de paredes desmoronando e de móveis quebrando.
Ela ficou ali, com a perna ensanguentada, olhando para o buraco enorme que tinha sido a outra metade da sua casa.
Seu marido e suas lindas crianças tinham desaparecido diante dos seus olhos.
Sentiu vontade de chorar, mas não tinha lágrimas. Simplesmente não queria continuar vivendo.
Vinte anos depois, contando esta história a uma jornalista, Chen confessa que quase todo dia, ao amanhecer, ouve um trem roncando e apitando, junto com os gritos dos seus filhos.
Os pesadelos a machucam, mas ela diz que os suporta porque neles estão também as vozes dos seus filhos.
E quem pensa que Chen vive somente a lamentar e a chorar a perda dos seus amores, engana-se.
Ela, junto a outras mães que perderam seus filhos no terremoto de 1976, fundaram um orfanato, com o dinheiro da indenização que receberam.
É um orfanato sem funcionários. Alguns o chamam de uma família sem homens.
Vivem ali algumas mães e dezenas de crianças. Cada mãe ocupa um aposento grande com cinco ou seis crianças.
Os aposentos do orfanato foram decorados com uma infinidade de cores, de acordo com o gosto das crianças. Cada quarto com seu estilo de decoração.
Bem diferente dos orfanatos tradicionais da China.
Ao ser questionada como se sente hoje, naquele voluntariado, confessa Chen:
Muito melhor. Especialmente à noite. Fico olhando enquanto as crianças dormem. Sento ao lado delas, seguro suas mãos contra o meu rosto. Beijo-as e agradeço a elas por me manterem viva.
É um ciclo de amor. Dos velhos para os jovens e de volta para os velhos.
*   *   *
Por vezes, quando a dor nos visita, nos enclausuramos nela, acreditando que a nossa é a dor maior do mundo.
O exemplo de Chen nos dá a dimensão da dor e nos ensina como lidar com ela: atender o próximo que também sofre.
Afinal, sempre que olharmos para trás encontraremos criaturas mais intensamente feridas do que nós mesmos. E no atendimento às suas feridas, encontraremos o alívio que buscamos.
Tudo porque o toque delicado do amor é o curativo perfeito para as próprias chagas abertas no coração.
 
Redação do Momento Espírita com base no cap. As mães que sofreram um terremoto, do livroAs boas mulheres da China, de autoria de Xinran, ed. Companhia das letras.
Em 11.10.2011.
Pedimos a sua atenção para o fato de o Momento em Casa não ser um serviço diário.
São enviadas, em média, 3 a 4 mensagens no decorrer da semana. As mensagens do Momento
Espírita também estão disponíveis em cd's e livros, em www.livrariamundoespirita.com.br.

13 de out de 2011

Projeto:Viver em Família - 2ª Etapa : Programação de casamento e filhos


PROGRAMAÇÃO DE CASAMENTOS E FILHOS

         Todos os casamentos e todos os nascimentos são programados no plano espiritual? Isto é, ninguém se casa com a pessoa errada, ou tem mais filhos do que foi programado?
        Não estamos programados para ter tantos filhos, porque seria uma fatalidade que não daria  outra opção. Dentro das nossas necessidades cármicas, temos um programa que pode sofrer alteração. Daí, deveremos ter o filhos que possamos manter, educar, não apenas reproduzirmo-nos e deixarmos que, através da reencarnação, ao invés desses espíritos adquirirem recursos para evoluir, mais se compliquem, particularmente, se reencarnem em lugares cujos fatores criminógenos possam contribuir, psicologicamente e sociologicamente, para processos degenerativos, desequilibradores e pertubadores.
        Pela mesma razão, o casamento não é imposição, onde se determine casar com essa ou aquela pessoa. Há uma livre opção.
       O casamento obedece a vários critérios. Existem almas com as quais nos encontramos vinculados e com as quais formulamos propostas eterminadas tarefas, sendo, uma delas, a eleição para nos acompanhar na marcha da evolução, através do matrimônio. Mas isso não nos é imposto. Ao chegarmos à Terra e mergulharmos no oceano do esquecimento, nossas opções podem variar. A precipitação, decorrente da imaturidade, vai eleger a pessoa equivocada, tentando, depois de uma larga experiência no insucesso, partir para a experiência  ditosa, que nem sempre se concretiza.
        Daí, é perfeitamente válida a proposta  de uma análise a respeito da procriação, um estudo que merece preocupação séria dos nubentes, para programarem a família, não dentro dos critérios egoísticos, mas dos de equilíbrio, a fim de poderem manter um clã feliz. Para tanto, é necessário dispor de sabedoria, como ensina a Doutrina Espírita, elegendo o cônjuge pelo sentimento, pela razão, pelos valores da alma, e não somente pela atração sexual.
        O livre-arbítrio responde pelas nossas possibilidades de eleição daquilo que nos parece melhor, de onde decorrem as conseqüências que devemos assumir.
        O Casamento é uma necessidade para construção da família. O homem pode e deve programar a família que deseja e lhe convém ter: número de filhos, período propício para a maternidade, nunca porém, se eximirá aos imperiosos resgates a que faz jus, tendo sem vista seu próprio passado.
        Deus quis que os seres estivessem unidos não somente pelos laços de carne, mas pelos da alma, a fim de que a afeição mútua dos esposos se transportasse para seus filhos, e que eles fossem dois, em lugar de um, a amá-los, a cuidar deles e fazê-los progredir.


Guia útil para os pais – Uma abordagem educacional Espírita / Grupo Espírita Paulo e Estevão



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Vídeos do Grupo Musical Cativar - GMC

Caros amigos, o Grupo Musical Cativar compartilha com vocês sua primeira postagem no youtube com a nova formação: Guitarra - Roberto, Contra-baixo - Amaro, Violão - Jeronimo, Percursões - Olavo e Robério e vocal - Lilia.
Espero que gostem e prestigiem, pois é cativante

Cantando o teu natal

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