Emmanuel - Flávio Venturini e Milton Nascimento

27 de out de 2011

Projeto:Viver em Família - A concepção, a gestação e o parto

A CONCEPÇÃO, A GESTAÇÃO E O PARTO

      Quão bom seria se todos os pais e profissionais de saúde, pretensos e atuais, conhecessem as verdades espirituais! Quantas dores seriam poupadas, quanto sofrimento minimizado! O quanto seriam facilitadas e melhoradas as condições e concepção, gestação e partos vindouros! Como o aborto seria evitado, as uniões sexuais mais sadias e baseadas no amor e respeito mútuo, as gestações mais tranqüilas, os partos mais humanos e os primeiros cuidados com o bebê mais sadios.
    Diversas obras da literatura espírita procuram esclarecer sobre forte ligação espiritual entre pais e filhos antes destes reencarnarem, devido às leis do carma ou da afinidade espiritual. Como também, nos tem revelado a importância das ligações afetivas e morais existentes entre futuros pais além do desejo e da aceitação do novo filho, por parte de ambos, como determinantes na construção da futura personalidade e na teia de relações que aí serão geradas.
    Divaldo Franco, no livro Temas da vida e da Morte, esclarece: “O processo de reencarnação, iniciando-se no momento da fecundação, alonga-se até a adolescência do ser, quando, pouco a pouco, atinge a plenitude. Mesmo terminando 7 anos, o processo reencarnatório vai se fixando, lentamente, até o momento da transformação da glândula pineal, na sua condição de zeladora do sexo.
     Graças à simpatia ou animosidade que vinculam o reencarnante aos futuros genitores, estes reagem de forma positiva ou não, envolvendo o filho em ondas de ternura ou revolta que o mesmo assimila, transformando-se essas impressões em fobias ou desejos que exteriorizará na infância e poderá fixar, indelevelmente, na idade adulta.
     Vezes ocorrem em que pavor se torna tão grande que o Espírito desiste da reencarnação ou, em desespero, interrompe inconscientemente o programa traçado, resultando em aborto espontâneo a gestação em andamento.
     Os meses de ligação física com a mãe são, também, de vinculação psíquica, onde a ligação entre a mãe e o feto, favorecem ou não oportunidades de chances positivas para o crescimento espiritual de ambos.
    Os primeiros dias que se seguem ao nascimento exigem atenções não somente físicas, como uma adequada alimentação, repouso e higiene para com a mãe e o filho, mas cuidados emocionais e espirituais, dado ao delicado, apesar de assistido pelo plano espiritual, estádio em que se encontram. Trata-se de um momento de encontro (ou reencontro) e adaptação, onde o sutil perispírito, ainda não adaptado por completo às condições materiais, é sensível as manifestações e expressões externas.
    Esses cuidados devem ser extensivos principalmente até o final da primeira infância, período determinante para a formação, transformação ou correção de tendências que o novo ser passa a adquirir, traz de outras existências ou as possui por imposições genéticas. É portanto, a ocasião para semear.
     Sempre há tempo de ajudar e instruir o espírito que a vida resolveu nos presentear, desde que esses cuidados não se estendam em demasia, por roubar-lhe o próprio sentido da vida.
     Atendendo, porém, a objetivos didáticos, enumeraremos a seguir, algumas sugestões de condutas a serem refletidas por todas as pessoas envolvidas na geração, recepção e cuidados para o novo ser:
   -Busque, na medida do possível, gerar filhos com plena consciência e aceitação, sob condições materiais e psicológicas favoráveis, onde o amor deve ser o impulso essencial e a confiança na vida e em Deus seu princípio básico;
   -Nunca, sob quaisquer condições ou hipóteses, opte pelo aborto ou induza a alguém. As conseqüências desse ato são espiritual, física e psicologicamente inimagináveis para todos os envolvidos;
    -A maternidade é uma dádiva divina e com tal deve ser tratada. Se bem conduzida, trará enormes benefícios para todos.
  -Os primeiros dias de vida do bebê requerem, como a gravidez, cuidados especiais, por se tratar de um período de adaptação física e espiritual de grande sensibilidade. A amamentação deve ser incentivada e a paz estimulada. A prece, a vigília amorosa tornam-se instrumentos necessários a um reencarne tranqüilo.
     A primeira infância oferece excelentes oportunidades de aprendizagem para pais e filhos. É hora de semear. Alguns cuidados devem ser intensamente lembrados, tais como o respeito ao espírito como individualidade, o atendimento de suas necessidades matérias de saúde, educação, lazer e segurança; a precoce educação espiritual, ética e moral; a administração de limites, o cultivo da disciplina e desejo de se autodesenvolver em benefício de todos. O diálogo deverá ser o instrumento, o guia será a razão e o amor motivo maior.
     A proporção em que os filhos crescem, descrescem a preocupação dos pais, portanto, observar e colher os frutos que plantamos e torcer, sinceramente, para que tudo dê certo. Nunca deixe, porém, de ser uma fonte de estímulos, força e exemplo.
    “Ame-os mais que a própria vida e, por amá-lo assim, entregue-o a ela”.

*Guia útil para os pais – Uma abordagem educacional Espírita / Grupo Espírita Paulo e Estevão



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