Emmanuel - Flávio Venturini e Milton Nascimento

1 de nov de 2011

Projeto: Viver em Família - Mãe!

MÃE!

          O mundo mudou. Existem casais experimentando novos arranjos familiares. Mas a velha divisão de papéis insiste em se manter: o pai trabalha e por isso não precisa participar da educação das crianças, que é responsabilidade da mãe. Mesmo que a mãe trabalhe fora, ainda resiste em abandonar o que fez durante tanto tempo...
      Para o homem, a casa é o “repouso do guerreiro”. Para a mulher trabalhar fora, é o seu segundo emprego.
     Mas ela não precisaria ser 100% mãe. Poderia ser só 50% e os outros 50% fossem complementados pelo pai ao assumir seu lugar na educação, já que ela trabalha fora e traz fundamental ajuda econômica para casa.
     A mulher saiu para o mercado de trabalho sem deixar, contudo, de ser mãe.
     Ocupadas em ajudar ao marido e acima de tudo - fazer de seus filhos cidadãos sadios, felizes e produtivos, elas se detêm cada vez mais para perguntar: "Quem sou eu?".
     Procurando dar-lhes uma resposta, os psiquiatras têm explorado seu intimo, os institutos de pesquisas têm examinado suas atitudes, os sociólogos têm escrito ensaios eruditos, as fundações têm destinado grandes verbas para investigar o "papel" delas.

O PAPEL DA MÃE


     Conscientizar quanto ao papel da mãe no mundo atual, e a necessidade de equilibrar sua missão primordial de educadora com sua tarefa de crescimento individual, conforme exige a sociedade moderna. Exaltar o papel nobre da figura materna.

MÃE
Qualidades Positivas
Disponível – Paciente – Alegre – Otimista – Interessada - Organizada – Enérgica – Respeitadora – Atualizada – Afetiva – Presente

MULHER
Deve Desenvolver
Maturidade – Equilíbrio – Autenticidade – Coragem para ser pessoa sem deixar de ser educadora

PESSOA
Tem Necessidades
Afeto e segurança (o marido pode atender) – Satisfação de pequenos gostos pessoais – Crescimento intelectual – Convívio social – Música ou teatro (participar) – Esporte – Filantropia.

Pergunta:
"Quais atitudes da mãe que prejudicam o lar?"
Angustiada, superprotetora, ansiosa, nervosa, mártir, desorganizada, perfeccionista, desconfiada, insegura (deixa tudo para o marido), irresponsável, vaidosa em excesso, fria (caos emocional), indiferente, ausente (presente-ausente, que rejeita o lar e o papel de mãe).

Mãe Que trabalha fora  Deve fazê-lo? Por tempo integral?
Pontos a considerar:
a. Provedora única - não há alternativa
- Sem necessidade econômica premente
- Ajuizar se seu trabalho trará maior felicidade a si e aos filhos
b. Primeiro ano de vida - a criança necessita de alguém que a considera a coisa mais importante do mundo. Quanto mais nova, mais necessita da mãe (o caráter se forma até os 6 anos, sendo que os 3 primeiros anos são os mais importantes nesse processo)                 
c. Evitar o trabalho numa fase difícil da criança
d. Contar com a concordância do marido
e. Não esquecer de ser esposa
f. O início e o fim do dia são momentos importantes para a criança
g. Doenças, festas escolares - a presença da mãe é importante
h. Paciência redobrada - as crianças não devem ser apressadas ou ignoradas
i. O modo como se convive é muito importante - as crianças de mães que trabalham fora não são necessariamente prejudicadas.


Conclusão

     "Para superar a presente conjuntura de transição é necessária à ciência da adaptação, a ciência do futuro. Sobrevive quem se adaptar sem perder a sua própria identidade.
A identidade da mãe é a de Educadora, e por isso alguém já disse: "São os cuidados inteligentes da mãe que devem formar a alma da criança. Compete à mãe educar-lhe o sentimento e é essa, sem dúvida, a mais nobre de suas tarefas".


*Livro: Quem ama, educa! / Içami Tiba/ Editora Gente
*O Melhor é viver em família – Lar do Caminho


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