Emmanuel - Flávio Venturini e Milton Nascimento

27 de mar de 2012

Projeto: Viver em Família - A Capacidade de Perdoar


A CAPACIDADE DE PERDOAR

     O bem da felicidade comum, cada um dos cônjuges precisa sacrificar um pouco do seu “eu” para que o “nós” se fortaleça e se torne cada vez mais agradável.
      E a primeira coisa que deve ser cultivada, de parte a parte, para que isso aconteça, é o dom de perdoar.
      Atritos, discussões, mal-entendidos, etc., são episódios até certo ponto normais da vida de um casal e, se não houver compreensão e tolerância recíprocas, no sentido de minimizá-los e superá-los, o lar acabará deixando de ser um reduto de amor, de paz e de alegria, para transforma-se em  campo de beligerância, fria ou quente, mas, de qualquer maneira, deprimente e deplorável.
        O drama da maioria dos lares não reside na escassez de recursos econômicos. Reside, isto sim, na dificuldade de interligação harmoniosa dos esposos, provocada, quase sempre, pelo orgulho. Orgulho em que impede a cada um fazer uma justa apreciação de seus defeitos pessoais, negando-os ou transferindo-os para o parceiro.
    Possuíssem, ambos, um pouquinho de humildade espiritual, o suficiente para perceberem que ninguém é perfeito neste mundo, que cada um de nós carece adquirir ainda determinadas qualidades.
    Ser misericordioso é, acima de tudo, suportar cristãmente as faltas e fraquezas daqueles que nos rodeiam, revelar os agravos que nos façam e não lhes guardar ressentimentos, perdoando-os de coração.
      Ótimo seria se, cada vez que um dos cônjuges se julgasse desconsiderado ou ofendido, ao invés de partir para o revide, as pirraças e coisas que tais, evocasse a figura serena do Nazareno, dirigindo-se aos que intentavam lapidar a mulher adúltera: “Aquele dentre vós que estiver sem pecado, atire a primeira pedra.”
        Isso os ajudaria a se perdoarem mutuamente, como convém que o façam, porque, através desses exames de consciência, haveria de ficar evidenciado que se “ela” tem razões para não gostar de certos modos dele. “Ele”, a seu turno, pode não estar nada satisfeito com alguns costumes dela, ainda, que nos maus momentos, cada cônjuge comparasse o objeto de seu desgosto com as boas coisas que tem recebido do “outro”, procurando avaliar como se sentiria, privado delas.
        Estamos certos de que, na maioria dos casos, o lado positivo do companheiro haverá de “pesar” mais, na balança da felicidade.
        E se é assim, por que não aumentar as horas doces e suaves da vida conjugal, aprendendo a ser menos briguento e mais perdoador?

*A vida em família / Rodolfo Calligaris

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